A transformação digital tem colocado a tecnologia como parte indissociável da prática jurídica. A era que vem sendo chamada de “Quarta Revolução Industrial” trouxe não apenas aceleração de resultados e redução de custos, mas também uma mudança revolucionária no fluxo de trabalho. Na advocacia é o que chamamos de Advocacia Digital ou Advocacia 4.0.

 

Para entender melhor essa evolução digital e, em especial, o atual momento vivido pela prática jurídica, é necessário aprofundarmos um pouco nas principais fases que correspondem ao desenvolvimento histórico da advocacia no Brasil e no mundo:

 

Advocacia 1.0, 2.0 e 3.0 – Transições históricas

 

A primeira remete à prática da advocacia antiga, sem tantas ferramentas adequadas, lenta, minuciosa e destacada pela produção maçante. Já a 2.0 alude aos primeiros passos rumo à inovação digital, como a adoção de ferramentas eletrônicas para bancos de jurisprudência e arquivos online, por exemplo. A 3.0, mal teve tempo de se consolidar e foi alavancada às novas tendências digitais, que passaram a exigir dos operadores do Direito uma nova gama de comportamentos e competências para que a prática seguisse progredindo.

 

Advocacia Digital 4.0 – Nova forma de gerir e prestar serviços jurídicos

 

Escritórios de advocacia como o Marcelo Tostes Advogados, com equipes de alta performance, têm direcionado seus esforços aos novos modelos de gestão da prática jurídica. Se antes a grande maioria das atividades eram centradas na figura do advogado, hoje a administração do escritório é diluída entre todos os colaboradores e setores. O objetivo é um sistema de gestão menos hierárquico e mais colaborativo, onde cada colaborador desenvolve e atua de acordo com uma função específica. Consequentemente, este novo modelo torna a especialização e a produtividade peças chave do negócio, favorecendo o trabalho em equipe e a colaboração em todas as atividades da banca.

 

Outra característica marcante da Advocacia Digital 4.0 tem sido a valorização do colaborador. Existem muitas características comuns aos advogados, é verdade. Porém, nem todos comungam das mesmas habilidades. Existem profissionais que possuem um perfil mais técnico, enquanto outros dedicam-se ao atendimento. Outros contam com aptidões de gestão, agregando mais habilidades no contato com o cliente no que a construção de teses, por exemplo.

 

Em um sistema menos centralizado, onde cada um atua dentro da sua especialidade visando mais produtividade, existe o espaço para que cada profissional se destaque naquilo que é melhor. Cada um possui uma função, mas todos atuam pelo objetivo comum.

 

A Advocacia Digital 4.0 oferece as possibilidades para que softwares jurídicos, por exemplo, tornem-se as principais ferramentas de integração, viabilizando que diferentes profissionais atuem de forma segmentada, sem que isso culmine em falta de comunicação. Os softwares mais modernos já contam com recursos semelhantes aos das redes sociais, permitindo que diferentes colaboradores opinem e atuem em diferentes casos de forma totalmente engajada.

 

Com a velocidade do mercado atual e os proventos advindos da Advocacia Digital 4.0, todos os escritórios se vêm desafiados a inovar, agregando mais agilidade, soluções, transparência, produtividade e resultados aos seus clientes. Não faltarão desafios e mudanças aos Sócios, Executivos e suas respectivas equipes. Contudo, é possível defrontar essa etapa com tranquilidade e expertise. Um bom caminho é investir em tecnologia para que os processos burocráticos se tornem automatizados e precisos, proporcionando decisões mais certas e aumento da produtividade. Sobretudo, desenvolver o capital humano ao valorizar o ativo mais importante de qualquer empresa: as pessoas.

 

As inovações tecnológicas trouxeram diversas mudanças aos modelos de contratação. Um bom exemplo atual é o hábito de realizar compras online, algo que se tornou trivial em nossas vidas. O conforto de comprar tranquilamente através dos mecanismos online tem moldado os novos perfis dos consumidores, que passaram a ser ainda mais diversificados e atentos ao espectro jurídico que circunda tal praticidade. Com as possibilidades da internet e o crescimento do comércio eletrônico, emerge a necessidade de uma nova modalidade de contrato para regular as transações celebradas no ambiente online. Analisaremos algumas mudanças sob a ótica dos chamados contratos eletrônicos.

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Desenvolvido em parceria com a Universidade de Brasília, o sistema vai ler todos os recursos extraordinários e identificar os vinculados a temas de repercussão geral

 

Batizado de VICTOR, a ferramenta de inteligência artificial é resultado da iniciativa do Supremo Tribunal Federal, sob a gestão da Ministra Cármen Lúcia, em conhecer e aprofundar a discussão sobre as aplicações de IA no Judiciário. Cuida-se do maior a mais complexo Projeto de IA do Poder Judiciário e, talvez, de toda a Administração Pública Brasileira. Mais informações…

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Por Mariana Faria | Comunicação D’ACORDO Mediações

 

Os conflitos consumeristas são a segunda causa mais recorrente de processos na justiça estadual, principalmente em relação à responsabilidade do fornecedor e indenização por danos morais. Isso significa dizer que colocar uma lupa sobre esse volume de ações tornaria possível desenvolver estratégias para gerenciar e prevenir futuras demandas no intuito de desafogar o Judiciário. Foi o que fez a Associação Brasileira de Jurimetria (ABJ) em um estudo inédito que analisou dados de 7 tribunais brasileiros (TJAM, TJSP, TJBA, TJDFT, TJMT, TJRJ e TJRS). A conclusão aponta para um caminho: apostar na integração da justiça com plataformas de Resolução Online de Conflitos (Online Dispute Resolution ou ODR).

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Posted by: In: Notícias 07 jun 2018 0 comments
Capacitação é centrada em aspectos jurídicos e gerenciais

Com a proposta de trazer aos magistrados métodos para lidar com a litigiosidade que assola o Judiciário, foi realizado nesta quinta-feira (07/06) a 7ª edição do Curso de Aperfeiçoamento Jurídico e Gerencial para Magistrados (CJUR), organizado pelo Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais e pela Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes – EJEF. O eixo principal desta edição foi o tema: enfrentamento do fenômeno do contencioso de massa e da corrupção pelo poder judiciário.

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Posted by: In: Notícias, Tributário 05 jun 2018 0 comments

Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) do dia 30 de maio de 2018 a Medida Provisória nº 834/2018, prorrogando para 30 de outubro de 2018 o prazo para adesão ao Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), instituído pela Lei nº 13.606/2018, o qual ocorrerá por meio de requerimento e abrangerá os débitos indicados pelo sujeito passivo, na condição de contribuinte ou de sub-rogado.

 

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